Taxa de desemprego: contratos sem salário fixo e intermitentes trazem ‘alívio’?

Taxa de desemprego: contratos sem salário fixo e intermitentes trazem ‘alívio’?


Você deve ter ouvido nas últimas semanas
que o Brasil teve a maior geração de Vagas com carteira assinada dos últimos
cinco anos, entre janeiro e junho de 2019 408.500 mil vagas.
O desemprego também caiu de 12,4% um ano atrás Para 12% no
segundo trimestre de 2019 Meu nome é Camilla Veras Mota, da BBC
News Brasil, aqui em São Paulo E neste vídeo a gente vai mergulhar nas duas
principais pesquisas sobre o mercado de trabalho E entender o que há por trás dos
números: o que tem de positivo e negativo Cada uma dessas pesquisas traz uma série
de dados. O que sempre tem mais destaque É o percentual de trabalhadores
procurando emprego… se caiu, se subiu Mas por trás desse dado, que geralmente estampa
as manchetes, tem uma série de Fnformações importantes para se entender
para onde caminha o mercado de trabalho Então vamos começar com a notícia boa.
Nos últimos meses, a ocupação tem reagido e o Número de trabalhadores empregados tem
crescido, chegando a 93,3 milhões De acordo com a pnad contínua, que inclui
tanto trabalho formal, quanto informal Esse movimento ajudou a reduzir a taxa
de desemprego, como eu disse antes De 12,4% no primeiro trimestre de
2018, para 12% agora É verdade que esse nível ainda é alto, são
12,8 milhões de desempregados E que esse aumento da ocupação está bem concentrado no emprego sem carteira e por conta própria Que são mais precários.
Mas a gente retoma esse assunto mais pra frente Outra boa notícia veio do CAGED, o
Cadastro Geral de Empregados e Desempregados Que acompanha o emprego
com carteira assinada Ele é um registro de informações
enviadas pelas empresas e compiladas Todo mês pelo antigo Ministério do
Trabalho, hoje Secretaria Especial de Previdência e Trabalho Foram então 408,5 mil vagas com carteira assinada O melhor saldo dos últimos cinco anos Quando a gente olhar os números no detalhe, entretanto, um dado chama atenção Do total, cerca de 50 mil vagas são de
contrato de trabalho intermitente ou Parcial, que não têm salário fixo ou têm
jornada reduzida Isso responde por 12,3% das novas vagas. Esse dado é importante porque dois anos Atrás o trabalho intermitente nem existia Ele foi instituído pela Reforma
Trabalhista e começou a valer lá no fim de 2017 O trabalho parcial já era previsto na lei, mas foi flexibilizado também com a Reforma E apesar de serem
modalidades com carteira assinada Elas são consideradas mais precárias do
que o chamado contrato de trabalho por Prazo indeterminado,
com a jornada de 40 ou 44 horas semanais Entre as duas, a mais polêmica é o
trabalho intermitente, aquele em que a Empresa registra em carteira o
funcionário, mas sem estabelecer um Salário ou uma jornada fixa. Por exemplo: um
restaurante que contrate um garçom nesse Regime pode chamar o profissional para
trabalhar por algumas horas em uma semana Depois por dois dias e passar um mês até
convocá-lo de novo Desde que foi instituído, ele é questionado no Supremo
em uma ação direta de constitucionalidade Sob o argumento de que seria uma espécie de “formalização do bico” Violando princípios constitucionais como o da Dignidade humana e do valor social do
trabalho Ainda assim, o trabalho intermitente vem numa crescente. Sua participação no saldo de vagas Formais registradas pelo CAGED saltou de
5,5% no primeiro semestre de 2018 Para 9,4% no mesmo período
deste ano Só em junho respondeu por 21%
do total de postos gerados O advogado Otávio Pinto e Silva, sócio e
coordenador do setor trabalhista da Siqueira Castro e professor da USP,
reconhece que a criação do trabalho Intermitente atende a uma demanda
empresarial, mas traz também um argumento Muito frequente nessa discussão: se não
fosse por essas modalidades mais Flexíveis, qual seria a alternativa, o
desemprego? O trabalho intermitente é considerado mais precário porque além do trabalhador muitas vezes não conseguir Ter muita noção de quanto vai receber no
fim do mês Ele dificilmente consegue gozar de
benefícios de que os trabalhadores de Contrato por tempo indeterminado têm
direito, como as férias Mas uma coisa é trabalho precário e outra é precarização do mercado de trabalho O professor do departamento de economia da Universidade de Brasília, Carlos Alberto Ramos Ressalta que para a gente saber se esse
aumento de contratações em regime Intermitente e parcial mostra de fato a
precarização do mercado de trabalho É preciso saber se o trabalhador optou po
esse tipo de contrato ou foi obrigado a aceitar pelas circunstâncias A pesquisa em si não traz esse tipo de informação Mas eu encontrei exemplos dos dois casos. Uma doutor em química que pesquisa sobre Cerveja e que escolheu o trabalho
intermitente como sommelier e um restaurante Para ganhar um dinheirinho extra enquanto
estuda para concurso E uma funcionária de uma terceirizada de limpeza, que
entrou na modalidade por necessidade Passou um ano sem renda fixa,
muitas vezes Sobrevivendo com o Bolsa Família e rezando pra cobrir as férias de alguém, como ela mesma disse Vocês podem conferir as histórias na reportagem que Está lá no nosso site, o link a gente vai
deixar aqui embaixo O economista explica que as modalidades
de contrato mais flexíveis foram Adotadas em países do sul da Europa, como
a Espanha, para tentar lidar com o Desemprego entre os jovens, que alcançou
níveis recordes depois da crise de 2008 O trabalho de meio período ou em alguns
dias na semana poderiam ser uma Alternativa para que eles ganhassem
experiência, para que em um segundo momento Conseguissem uma vaga em tempo integral.
Nesses países ainda existe uma grande Discussão sobre esse assunto que divide opiniões.
De um lado, argumenta-se que é preferível um trabalho mais precário ao desemprego De outro, a exemplo de países como
Alemanha e Áustria, que conseguem ter um Nível de desemprego baixo entre os
jovens, sem necessariamente recorrer A modalidades mais precárias de emprego.
Lá, as escolas são duais, elas misturam Prática e teoria e a transição entre
escola e mercado de trabalho é mais suave Segundo o especialista em mercado de trabalho.
No caso do Brasil, porém A maior parte dos contratados
intermitentes têm mais de 30 anos Aliás, nos grupos etários acima desse
patamar, o saldo de vagas com contrato Intermitente foi positivo, mas, se
levarmos em consideração todos os tipos De contrato, as demissões superaram as
contratações. Ou seja, foram essas Modalidades de contrato que aliviaram o
desemprego entre os trabalhadores mais velhos Como esses grupos de
trabalhadores mais velhos geralmente Incluem os chefes de família, é complicado
quando a única geração de emprego se dá Nestas modalidades de jornada flexível.
Isso geralmente indica uma renda Doméstica mais restrita.
Outra forma de medir se o aumento das contratações Intermintentes e com jornadas parciais
indicam a precarização, seria verificar Se esses trabalhadores gostariam de
trabalhar mais horas ou por mais dias Os dados do CAGED não trazem essa
informação, mas a Pnad contínua faz a Pergunta aos entrevistados.
A rubrica na pesquisa chama: número de pessoas Subocupadas por insuficiência de horas
trabalhadas, ou seja, que gostariam de Trabalhar mais horas do que efetivamente trabalharam no mês da pesquisa Pois bem, o número bateu o recorde da série
histórica no segundo trimestre de 2019 7,4 milhões. Ou seja, além dos 12,8
milhões de desempregados, outros 7 milhões De brasileiros estão trabalhando
menos do que queriam ou do que precisavam Outro indicador que mede a temperatura
do mercado de trabalho são os desalentados Aquele pessoal que não vai nem procurar emprego Porque têm quase certeza que não vai conseguir se recolocar. São 4,8 milhões nessa situação Que tiram a pressão da taxa de desemprego, justamente porque estão fora da força de trabalho Eles não são contabilizados como desempregados Apesar de ainda não terem conseguido se
recolocar. Isso porque a pesquisa do INGE Leva em consideração, quando calcula a
taxa de desemprego, se a pessoa Efetivamente procurou emprego no período
avaliado, esse é um padrão internacional Que não considera desempregada, por
exemplo, uma pessoa que esteja estudando Para concurso, mas que não esteja
efetivamente procurando emprego ou Alguém que desistiu de procurar, que é o
caso do desalento A taxa de desemprego é a divisão do total daqueles considerados desempregados pelo volume total da Força de trabalho. Os empregados e
desempregados com mais de 14 anos vezes 100 Esses aqui são os dados da última
pesquisa: 12% Lembrando que desde meados de 2017, a
taxa de desemprego, apesar de alguma flutuação na série, se estabilizou ali na casa dos 12% e, desde então, a gente espera a tal da recuperação Nos dados mais recentes, ainda não dá pra ver um sinal Claro de que a gente conseguiu superar a
estagnação do mercado de trabalho Nesse sentido, aliás, o professor da UnB
Carlos Alberto Ramos é categórico Não vai haver uma queda forte do desemprego
enquanto a economia, produção industrial Serviços, comércio não tiverem uma
retomada consistente Isso por que tradicionalmente quando a
gente olha o ciclo econômico, existe uma Defasagem entre a reação da atividade e a
do emprego, e faz sentido Primeiro a empresa espera a situação
melhorar, aumentarem os pedidos, para Depois efetivamente pensar em reforçar o quadro de funcionários Eu fico por aqui, como já falei a
reportagem em texto vocês encontram no Nosso site da BBC News Brasil, até a
próxima e tchau!

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100 thoughts on “Taxa de desemprego: contratos sem salário fixo e intermitentes trazem ‘alívio’?”

  • juliane simoes says:

    O que adianta emprego sem carteira e por conta própria !!!! Esse é o famoso empreendedorismo modo Brasil …que piada

  • Tadinho do trabalhador né, ele faz u trabalho intermitente e coitadinho que dó, ele não sabe quanto tá ganhando no fim do mês. País babá.

  • Leandro Martins says:

    No que ela se citou que alguns juristas afirmam que é a formalização do bico isso, é a mais precária forma de trabalho que eu já vi na minha vida depois do fordismo… O pior é que existem alguns que vangloria essa postura escrava do governo.

  • Eu era gerente num departamento de uma loja na Inglaterra, essa do trabalho intermitente e uma das maiores causas de depressao no trabalho. As empresas deliberadamente so oferecem vagas de 20 ou ate menos horas por semanas, as vezes so 10 hrs por semana ( sabado e domingo) as pessoas sem qualificacao principalmente no varejo sao as que mais precisao de dinheiro pra se sustentar mas tem que se submeter a isso. Varios funcionarios meus vinham com atestados medicos de estresse ou depressao porque estavam super endividados, queriam mais horas pra trabalhar e ganhar mais, porem a empresa nao quer saber, so quer lucro, eu pedi demissao porque nao aguentei fazer isso com outras pessoas, eu estou falando do Reino Unido, imagem isso ai no Brasil…

  • Quebraram a classe trabalhadora, primeiro com o regime intermitente, depois com a PEC 55, mais tarde com a reforma da previdência. Demorará anos até a classe se reerguer…

  • Marcelo SANTOS RIBEIRO says:

    A BBC explica e Globo, SBT, Veja, Isto É, Valor Econômico também explicam tudo, mas tudo fica pior ainda. NÃO HAVERÁ PAÍS ALGUM COM TAMANHA DESIGUALDADE SOCIAL!!!! Aí está a causa de todos os males, o resto é só blá blá blá.

  • Discussão sobre trabalho intermitente levando em conta preceitos constitucionais como direito as férias é despropositado e impreciso. Temos que olhar para o resto do mundo, para onde vai, o país pode ter uma legislação mais progressista e não gerar empregos, ou gerar empregos mal remunerados…

  • Marcelo Henrique says:

    Já trabalhei como trabalhador intermitente quando ainda não era regularizado.
    Você ganha menos que o salário mínimo e fica várias vezes sem ser convocado.

  • Marco Antonio Pires de Oliveira says:

    Os países ricos causaram a crise climática. Foi assim que se desenvolveram. O Brasil pode causar o apocalipse se seguir esse caminho.

    O mundo inteiro, inclusive nós, sentiremos as consequências trágicas de fazermos na Amazônia o que os ricos fizeram no mundo.

    Não é o caso de exigirmos o cancelamento da dívida pública brasileira como compensação econômica pelo custo de manter nosso ambiente intocado?

    Finalmente veríamos algum retorno de cinco séculos de colonialismo e exploração. Os povos do primeiro mundo teriam a oportunidade de nos ressarcir.

    Será que Paulo Guedes poderia contribuir, abrindo mão dos créditos da dívida pública brasileira da qual ele mesmo é credor? O sistema financeiro mundial está disposto a pagar em lugar de sempre receber?

  • O problema está na velocidade da retomada da economia. Está tudo muito lento. Essas 408 mil vagas geradas em comparação com as quase 400 mil criadas no mesmo período do ano passado (ou seja, pouquíssima mudança), ainda sob o Temer, junto com as perspectivas cada vez menores de crescimento econômico e considerando ainda que já está em vigor uma reforma trabalhista e já temos encaminhada uma reforma da previdência que teoricamente iriam retomar a confiança, enfim tudo isso mostra que nesse ritmo as coisas vão demorar muito para voltar ao emprego e desenvolvimento plenos.

    O efeito das reformas está sendo decepcionante por enquanto, então se esse ritmo de retomada continuar com essa lentidão, em breve o clamor popular vai começar a rejeitar o neoliberalismo. O exemplo da Argentina mostra bem o que pode nos esperar no futuro com o fracasso do Macri.

    As minhas esperanças ficam mais concentradas na Reforma Tributária. Nosso sistema tributário é absurdo, complicado e injusto. Veremos se o Paulo Guedes vai ter coragem de fazer uma reforma que talvez desagrade alguns privilegiados da elite se bem feita, diferente da trabalhista e da previdência que eram mais fáceis de passar.

  • Isso não é trabalho, o que temos é um contrato para serviços esporádicos vulgos BICOS!
    Outra informação importante, o número real de pessoas sem emprego é de 28.35 milhões de desempregados (210 habitantes X 13,5% desempregados pelo IBGE= 28.35 milhões…); esse número corresponde dos que procuram emprego e não encontram, se faz necessário ter uma forma que some os que recebem bolsa família seguro desemprego como também as pessoas que não mas procuram emprego, que nesse caso ficando entre 47 milhões de desempregados o número real.

  • ricardo costta says:

    Está sendo criados uma nova classe trabalhadora escrava, sem direitos e com 2 escolhas; trabalhe por um prato de comida ou morra de fome…a escolha é sua…simples assim…tudo isso com desculpa de criação de empregos, que nunca acontece, acontecerá após o povo aceitar a escravidão, aí virá as migalhas.

  • Tem o lado bom e ruim disso tudo, o lado bom é quem tá desempregado pode se tornar autônomo e ganhar dinheiro para se auto sustestar sem pagar impostos para o estado, claro o autônomo terá que pagar do dinheiro próprio para a previdência, mão de obra mais barata, sem encargos trabalhistas e impostos. O lado ruim é que a mão se obra menos especializada sofre mais e terá que se acostumar com trabalho sem carteira assinada. Se a metade dos 12 milhões virá autônomo não pagaram impostos ao estado e nem as empresas, as empresas ficarão mais aliviadas sem esses encargos e enriquecerá.

  • Lei não protege trabalhador. O que protege trabalhador é crescimento econômico e isso só se consegue com o Estado deixando de sugar recursos produtivos para financiar burocracia. Fosse o contrário o Brasil com tantas leis seria o paraíso do emprego e a China a pátria do desemprego, não é verdade?

  • Robson Ferreira says:

    Resumindo, o trabalhador tá sendo muito mais humilhado ainda, virou um escravo a disposição do empregador que já pagava mau.

  • Filha vc compara Alemanha e Áustria com os demais países, principalmente o Brasil. Pergunte a um desempregado se não é melhor arranjar um emprego, mesmo que precário, do que não ter o que oferecer a sua família.

  • 12,03% de bico e 87,97% de carteira está excelente. Se o desemprego diminuir temos que encontrar uma forma para desmerecer o governo fazer parecer que está ruim. Entendi.

  • Francisco Mbo'ehara Arévalo says:

    Isso tudo em parte é culpa dos governos anteriores
    Sobretudo o petista, que mais roubou do que fez, não fez reformas e nada. .e tem gente que ainda defende a corja
    A conta veio e adivinha quem vai pagar? ?

  • lucas mendonça says:

    Por isso tenho estudado e me dedicado, não quero passar o resto da minha vida no Brasil, o país é bom, é maravilhoso, o que estraga ele são os brasileiros, não quero ser explorado pelo resto da minha vida, também não penso em ser rico, eu quero ter é uma vida digna e dignidade no Brasil tá se tornando uma coisa cada vez mais rara.

  • 12 milhões de desempregados? o país tem no minimo 50 milhões de pessoas na informalidade, fora os que ainda vão perder seus empregos para a inteligência artificial.

  • Quer dizer então que temos 20 Milhões de desempregados mais nosso querido governo manda dizer que são só 12 Milhões???? PQP esse país é uma piada

  • A notícia é sobre os dados da economia ou é pra criticar a reforma trabalhista? A manchete deveria ser outra…. Do jeito que está é enganosa…

  • Não sei se faz muito que não acompanho os vídeos, porém a edição desse vídeo está muito boa, e a explicação dessa repórter continua excelente como sempre

  • José Carlos De Jesus says:

    Resumindo:

    Esses dados não são confiáveis

    A notícia não ê boa. Indica que 12.800.000 pessoas passam fome e privações terríveis…e que só 400 mil delas conseguirá um bico com salários referentes ao gasto de um almoço de um deputado

  • Do que adianta ter uma CLT "perfeita" e ninguém ter emprego. Tem que flexibilizar, hj em dia quem é louco de assinar carteira?

  • Henrique Ramon1992 says:

    Gostei do video pq explica de forma constante o assunto diferente dessas mídias podres que só sabem fazer machetes não informam e acabam deturpada…

  • Cicero Bernardo says:

    Aqui onde moro só tem desempregado…..não acredito muito nessas "pesquisas", a realidade que eu observo fala mais alto.

  • Beatriz Mostaço says:

    Vocês podem fazer um vídeo explicando a guerra comercial entre os Estados Unidos e a China, por favor? Queria entender mais sobre o assunto e acredito que não tem ninguém melhor que os jornalistas da BBC para explicar esse tópico!

  • a tá bem viu.
    o cara do Inpe passou os dados verdadeiro e foi pra rua.
    vc acredita nesses dados,e só vc olhar em sua volta .
    acorda.

  • trabalho indetermine, pode fazer de um trabalhador um escravo, alem de pagar pouco ainda faz a pessoa muitas vezes assumir um compromisso

  • que o exemplo da argentina sirva de alerta aos bolso e cia se eles não melhorarem a economia vamos pro brejo olha gente não quero ser pessimista mas quando macri um homem preparado em todos os sentidos sem mto marketing ideologico em com isso conseguiu o apoio de quase a totalidade dos argentinos esta fracassando imagina os bolso que fazem tudo para dividir o pais não precisa ser pessimista pra adivinhar nosso futuro infelizmente mas cada povo tem o governo que merece

  • Nao da nem pra falar de reducao .indice em dois digitos..terrivel! Precario, sem estabilidade, sem seguranca, ..bico mesmo! E tem gente comemorando..

  • Aos que estão reclamando das flexibilizações: lá em Cuba e na Venezuela os direitos dos trabalhadores estão 100% garantidos… Bando de hipócritas.

  • Elton dos Santos Biral says:

    Gente, muito boa a reporter, parece uma metralhadora de palavras, mas da pra entender tudo perfeitamente. Parabéns pelo conteúdo!

  • Vocês são muito parciais na escolha das notícias. Isso é muito engraçado. Jornalismo progressista. O pior é que pensam que suas ideias são as melhores ideias. O bom é que existem outros países e a Internet, o que nos possibilita verificar o que funciona e o que não funciona.

  • Resumindo: não há empregos, não trabalhos dignos, o que há é a precarização do trabalho. Sempre quem perde é o trabalhador.

  • Marcel De souza says:

    Com todo respeito aos demais profissionais. Mas, BBC, queremos mais Camilla, é pouca Camilla. Mesmo se fosse muita Camilla, ainda seria pouca Camilla <3

  • SÉRIO ALGUÉM ACREDITA NISSO?
    Vejo Capital estrangeiros fugindo centena de milhares de Empresas falindo provocando miséria num efeito dominó! 100% FAKE NEWS

  • Hugo Matheus Bernardo Mariano says:

    Infelizmente, esse ano. Tive que trabalhar em uma loja que pega produtos do estoque pesados sem ter um carrinho pra levar, com um salário de 750, sem registro na carteira e trabalhando 11 hrs diariamente. E foda que o almoço era 1 hora. Por conta disso, a minha coluna ficou com problemas, mesmo eu saindo de lá sinto aquela dor pelo excesso de trabalho

  • Consegui meu primeiro emprego, na minha área, depois de 3 anos de faculdade procurando emprego… mas acho que foi cagada mesmo.

  • Charles Roderic says:

    Milhoes prestando serviço em formato de bico. Em contratos verbais e informais. Nao que informal seja ruim….porque foje ao modelo engessado da CLT….mas o informal no Brasil eh sem forma. Na verdade eh trabalho disforme.

  • Charles Roderic says:

    Se a economia nao decola…..nada melhora na relaçao capital/trabalho. E o Brasil eh o campeao de ficar tempos em crise…..e povo campeao de viver de bico. Mas a pergunta eh: Quando o Brasil vai sarar.??

  • Bicos que não cobrem as necessidades e que caem com a sazonalidade. Além de piorar o rombo da previdência. Fora que o desalento se mantém

  • Grato pela matéria. Mas é fato falar que a estrada do Neoliberalismo sempre tem essa guinada aparente da retomada do emprego, contudo sem o reaquecimento da economia seremos trabalhadores precários e em um país subdesenvolvido.

  • Marcelo E de Paula says:

    O Mercado não proporciona mais um planejamento de vida: os empregos são voláteis , temporários e terceirizados. O Estado não coloca em prática aquilo que prometeu, principalmente no que tange aos direitos sociais , cada vez oferece menos à população .

  • Tentou puxar o saco do governo porem não deu muito certo, a taxa de emprego é a mesma porém com modalidades muito mais precárias, e o pleno emprego diminuiu, ou seja piorou e muito pois uma jornada intermitente paga muito menos e sem instabilidade.

  • Michel Marques says:

    os exemplos devem ser representativos do todo, ela fala de dois casos um comuníssimo e outro um ponto fora da curva e da o mesmo destaque. Isto é mau jornalismo.

  • não tem como você compara o BRASIL COM A ÁUSTRIA pois a Áustria tem o mercado aberto e o Brasil ainda tem o mesmo modelo utópico socialista de mercado de bolha no qual o atual governo esta tentando mudar

  • Uma sugestão de tema: porque títulos públicos com vencimento de 2 anos tem o mesmo valor de 10, como isso ocorre e porque é presságio para crise ?

  • Priscila M Magalhães says:

    Forma precaria e nao ter emprego nenhum. Quem ganha 30 mil por mes no STF esta longe de saber o que realmente e dignidade humana, mania do Estado se meter em tudo aqui.

  • Luciano Cerentini says:

    O desemprego vai continuar porque as empresas não vendem o suficiente para contratar novos funcionários.

    Então a solução é bem simples: remunerar melhor quem ganha menos, porque estes não guardam um centavo no banco.

    O consumo de bens e serviços é o pilar da recuperação econômica, não a flexibilização dos direitos trabalhistas.

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