Easy Portuguese Reading || BBC News w/ Text [Practice Listening] Intermediate / Advanced

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Hi everyone, hello citizen of the world! It’s me, Rosaine again here, and today I will
be reading some article in Portuguese. It’s about a new, breaking news about Donald
Trump. the link is from BBC Brasil, and I will also put the link bellow this video,
on decription, so you can check, ok? Let’s go! Donald Trump: Cinco respostas surpreendentes
ou polêmicas da primeira grande entrevista coletiva do presidente dos Estados Unidos
da América. Durante aproximadamente uma hora e quinze
minutos, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, passou por uma prova de fogo
na quinta-feira. Ele convocou uma entrevista coletiva com jornalistas,
a primeira depois de sua posse, com o objetivo de fazer um balanço do “progresso” alcançado
no primeiro mês de governo. O encontro acabou pontuado por intervenções
acaloradas do republicano em resposta aos questionamentos duros dos repórteres. “Foi uma entrevista coletiva clássica do
período de campanha de Trump. Em alguns momentos, estava combativo, divertido,
na defensiva e jovial. Em várias ocasiões, o presidente desviou-se
das perguntas até que finalmente voltou aos padrões normais”, disse Anthony Zurcher,
correspondente da BBC em Washington. E embora seus críticos o tenham elogiado
por se submeter ao interrogatório, houve quem viu no episódio uma estratégia para
tirar a atenção do escândalo da demissão do assessor de segurança nacional (Michael
Flynn) e dos supostos contatos de sua equipe de campanha com a Rússia. Segundo Zurcher, na entrevista coletiva, que
não estava prevista na agenda presidencial, o presidente americano tentou transmitir a
mensagem de que estava trabalhando ativamente para cumprir suas promessas eleitorais e mostrar
que o governo já opera como uma máquina “bem azeitada”. Mas, na realidade, Trump acabou dedicando
mais tempo a criticar os meios de comunicação do que falar de seus planos de ação para
o futuro. E houve momentos surpreendentes. Saiba quais foram eles. 1. Críticas a Obama Durante os primeiros minutos,
Trump falou sobre a “herança maldita” que recebeu de seu antecessor, Barack Obama. “Nosso governo herdou muitos problemas administrativos
e econômicos. Para ser honesto, herdei um desastre, é um
desastre, em casa e no exterior. Os empregos estão deixando o país, os salários
são baixos”, assinalou o republicano. A afirmação contrasta com o fato de que,
ao Obama deixar o poder, os Estados Unidos já estavam havia 75 (setenta e cinco) trimestres
consecutivos criando empregos e que, durante seus dois mandatos, foram gerados 11,3 (onze
vírgula três) milhões de postos de trabalho. Vale ressaltar ainda que Obama chegou à Casa
Branca em meio à pior crise financeira dos últimos tempos. “Estou aqui para atualizar os cidadãos americanos
sobre o progresso incrível que fizemos nas últimas quatro semanas desde que tomei posse. Não acredito que tenha havido um presidente
eleito que, em um curto período de tempo, tenha feito o que fizemos”, acrescentou. 2. Ataques à imprensa Embora tenha convocado
os jornalistas, Trump anunciou que sua intenção era se dirigir diretamente aos cidadãos americanos. “Faço essa apresentação diretamente para
os cidadãos americanos na presença da imprensa”, disse ele, antes de voltar a acusar os repórteres
de “desonestidade”. “Temos que descobrir o que ocorre com a imprensa
porque, honestamente, está fora de controle. O nível de desonestidade está fora de controle”,
disse. “O público já não acredita mais em vocês”,
acrescentou, em seguida. 3. Desconfiança – Durante sua apresentação,
Trump se gabou do triunfo eleitoral que obteve nas eleições presidenciais de 8 de novembro,
ao alcançar 306 votos nos colégios eleitorais (apesar de ter perdido no voto popular), e
disse se tratar da maior vitória desde Ronald Reagan (1981-1989) Mil novecentos e oitenta
e um – Mil novecentos e oitenta e nove. Após a renúncia de Michael Flynn, Trump
disse não saber de nenhum outro membro de sua equipe que tenha mantido conversas com
a Rússia antes de ter chegado ao governo. A afirmação não passou em branco. “Por que os cidadãos deveriam confiar em
vocês?”, perguntou um repórter da rede de TV americana NBC depois de rebater a comparação
de Trump. O jornalista lembrou ao republicano que Reagan
teve 350 (trezentos e cinquenta) votos no colégio eleitoral, Barack Obama, 365 (trezentos
e sessenta e cinco) e George W. Bush, 426 (quatrocentos e vinte e seis). 4. Ligações com a Rússia
Apesar da recente renúncia do assessor de segurança nacional, Michael Flynn, depois
de revelações de que ele havia mantido conversas extraoficiais com o embaixador da Rússia
em Washington, e das notícias veiculadas pela imprensa segundo as quais outros membros
da equipe de Trump estiveram em contato com funcionários russos, o presidente americano
desviou-se do assunto. “Podem falar tudo o que quiserem sobre a Rússia. São notícias falsas (…) Não devo nada
na Rússia, não tenho empréstimos na Rússia, não tenho acordos na Rússia”, disse. Trump reiterou que as informações “falsas”
e “horríveis” que a imprensa publica sobre o assunto torna “muito mais difícil” para
os Estados Unidos firmarem um acordo com a Rússia. E quando questionado sobre um barco espião
da Marinha russa que foi flagrado perto do litoral do Estado americano de Connecticut,
respondeu que seus críticos provavelmente achariam “que a melhor coisa que poderia fazer
é destruir esse barco, que está a 50 km (cinquenta quilômetros) do litoral”. “Todo mundo neste país diria: ‘Ah, isso é
ótimo’. Mas não é. Isso não é ótimo.” No entanto, ao ser perguntado sobre se poderia
confirmar que nenhum outro membro de sua equipe manteve contato com funcionários russos,
evitou colocar suas mãos no fogo. “Ninguém que eu saiba”, disse. 5. Momentos constrangedores – Em alguns momentos,
na entrevista coletiva a jornalistas, houve momentos embaraçosos. Um deles ocorreu quando Trump foi questionado
por uma repórter negra se ele pensava incluir o Congressional Black Caucus, um grupo que
reúne membros da comunidade afroamericana do Congresso dos Estados Unidos, nas reuniões
sobre as cidades. “Você quer organizar a reunião?”, respondeu
Trump. “Não, não, não. Sou apenas uma repórter”, replicou a repórter. “São amigos seus?”, perguntou Trump. “Conheço algumas pessoas”, respondeu a repórter. “Siga em frente. Organize a reunião. Vamos. Adoraria me reunir com o Black Caucus. Acho maravilhoso”, finalizou Trump.

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